Sem categoria – WAM – We Are Music http://www.wearemusic.pt Mon, 31 Aug 2020 10:30:19 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.16 http://www.wearemusic.pt/wp-content/uploads/2018/02/cropped-favicon-32x32.png Sem categoria – WAM – We Are Music http://www.wearemusic.pt 32 32 “O BALLET” FLIRTING WITH JACK http://www.wearemusic.pt/o-ballet-flirting-with-jack/ Fri, 08 Nov 2019 16:56:54 +0000 http://www.wearemusic.pt/?p=2202 Um Ballet nunca é só mais um Ballet. Um Ballet é um tipo de dança que possui uma forma altamente técnica e um vocabulário próprio. Tal como uma Festa…

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Ballet
Um Ballet nunca é só mais um Ballet. Um Ballet é um tipo de dança que possui uma forma altamente técnica e um vocabulário próprio. Tal como uma Festa…
Uma Festa nunca é só mais uma festa. Festas são como os Ballets. Parecem iguais, mas no fundo, cada um é único e especial.

E cada Festa é mais única e especial, por ser convosco, por serem vocês que a tornam assim. E por isso, Bailarinos e Bailarinas, considerem-se convocados(as) para, no dia 16 de Novembro, no Rive-Rouge, todos juntos e em pontas fazermos uma Festa! De gente, de música, de alegria e em que todos nos vamos sentir em “Casa”!

Na nossa casa, na vossa casa, com a nossa música, e a música do “Jack”…

E como um bom Ballet tem que estar sempre acompanhado de uma boa orquestra, Os Maestros Daveed, Gipsy, Jack, M.Dusa (que celebra o seu aniversário) e Yvu ficam responsáveis pelas Batutas que vão marcar os compassos para as vossas coreografias.

Nesta altura já todos perguntam: Quem é o Jack?

Não vos vamos dizer.

Mas até lá… Jack your Body!

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DJ NOKIN O LADO B DO HIPHOP – 100% DEEJAY http://www.wearemusic.pt/dj-nokin-o-lado-b-do-hiphop-100-deejay/ Wed, 16 Oct 2019 15:07:53 +0000 http://www.wearemusic.pt/?p=2187 Hoje em dia quando falamos de Hiphop, de uma maneira geral, referimo-nos ao género musical composto pelo DJ/produtor e o MC (Mestre de Cerimónia) ou cantor.

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Hoje em dia quando falamos de Hiphop, de uma maneira geral, referimo-nos ao género musical composto pelo DJ/produtor e o MC (Mestre de Cerimónia), ou cantor. Mas se voltarmos ao início, ao nascimento deste estilo musical, a realidade é que não estamos a falar de Hiphop, mas sim de RAP (Rhythm and Poetry ou Ritmo e Poesia).
Quando se fala em Hiphop nos seus primórdios, em meados dos anos 80, estamos a falar de todos os elementos que compõem uma cultura. Ou seja, a maneira especifica de vestir, a maneira de comunicar, as diferentes formas de expressão artística, tais como o Graffiti e o “Writing”, o Breakdancing (B-boys e B-girls) e também o DJ e MC.
Ou seja, quando falamos do Hiphop, na sua forma mais genuína, estamos a falar de uma forma de viver a vida. E não apenas de um estilo musical.
Com o passar do tempo, o RAP foi ganhando terreno no seu percurso, chegando a atingir um patamar mais “mainstream” e mais aceite pelo público em geral. Por consequência, indirecta ou não, o RAP acabou por influenciar diversos estilos musicais, principalmente a música POP que ouvimos hoje. Daí ouvirmos falar em Hiphop como género musical, quando na realidade a definição “correcta” será RAP. No entanto, continua a ser um tema bastante debatido, e algo controverso, porque não deixa de ser um estilo que abrange inúmeras influências musicais e culturas diferentes.
Como DJ à 18 anos, gostava de transmitir uma mensagem a todos os iniciantes a esta arte de Djing: Este estilo musical é o mais difícil de se tocar, e o mais difícil de começar a treinar, mas também é dos mais ilimitados, porque quem sabe tocar Hiphop, sabe tocar tudo.
A dificuldade de dominar este estilo dá-se a diversos factores, sendo um deles a grande presença vocal em cada faixa. Obviamente, quando estamos a misturar duas músicas, não queremos duas vozes a atropelarem-se uma à outra, criando uma confusão vocal tal que até os menos entendidos na matéria se apercebem que algo de muito errado está acontecer na pista de dança.
Logo aí temos um grande obstáculo para ultrapassar visto que, ao contrário da música eletrónica, não temos versões com introduções mais longas ou “amigas” do DJ que nos facilitam bastante as misturas. No Hiphop temos de usar outras maneiras de introduzir as músicas, fazendo-as soar o melhor possível e sem atropelamentos.
“Este estilo musical é o mais difícil de se tocar, e o mais difícil de começar a treinar, mas também é dos mais ilimitados, porque quem sabe tocar Hiphop, sabe tocar tudo.”
Este é um dos factores que torna este género de música tão desafiante. Exige mais horas de treino e muito mais “trabalho de casa”, obrigando o DJ a tornar-se num profissional com muito mais “bagagem”, conhecimento e experiência. Com todo este trabalho, depois de horas infindáveis de treinos intensivos, não há nada melhor do que pôr tudo isto em prática e usar todos os conhecimentos adquiridos para rebentar as pistas em nome próprio.
No entanto, existe uma vertente igualmente gratificante, e muito importante, que é pouco falada na indústria: acompanhar artistas nas suas digressões. No hiphop (ou no RAP), os DJs são um elemento essencial, e geralmente ignorado, para o sucesso do estilo musical.
Isto pode acontecer de diversas maneiras, o DJ tanto pode fazer parte da banda do cantor, como pode adicionar arranjos musicais únicos, acrescentar as suas competências de Turntablism/Scratch ou mesmo pisar o palco ao lado do artista e acompanhá-lo, disparando as suas “backing tracks”, substituindo uma banda.
Esta vertente do Djing apesar de pouco falada, eleva o papel da profissão e mostra a sua versatilidade, pois existem inúmeras vantagens em partilhar um palco com um DJ. Uma delas, e uma das mais importantes para mim, é a
possibilidade de fazer um curto DJ set para aquecer o público antes do artista entrar em palco.
E claro, quanto melhor e mais bem preparado estiver o DJ para entrar em palcos, que podem parecer enormes quando se entra sozinho, e causar o impacto necessário para fazer a diferença no espectáculo, melhor a probabilidade de o público estar mais receptivo  a receber calorosamente o artista, o que vai fazer toda a diferença no show.
Podem não dar valor a um que DJ que não faz mais nada para além de disparar músicas do cantor X e há até quem pense que qualquer pessoa sem conhecimento de Djing o consegue fazer, mas eu não gosto de menosprezar essa vertente. A verdade é que quanto melhor e mais experiente é o DJ que assume esse papel, mais facilmente se minimiza a probabilidade de falhas, técnicas ou não, que por vezes estão fora do controlo do artista, e de toda a sua equipa. Mesmo que passem despercebidas e sejam identificadas e ajustadas rapidamente pelo DJ, antes do público se aperceber da situação.
“A verdade é que quanto melhor e mais experiente é o DJ que assume esse papel, mais facilmente se minimiza a probabilidade de falhas, técnicas ou não, que por vezes estão fora do controlo do artista, e de toda a sua equipa.”
Outro factor que gosto de referenciar é a cumplicidade na comunicação entre o artista e o DJ. Esta ligação é muito importante para que o espectáculo corra bem e sem falhas, e que se vai adquirindo com tempo e experiência. Por exemplo, se um cantor quiser alterar alguma faixa no alinhamento, se necessitar de uma entrada ou saída mais rápida, ou de uma música fora do alinhamento, muitas vezes nem necessita de falar com o DJ, ele apercebe-se da situação e faz acontecer o mais breve possível. Isto só acontece se tivermos alguém a preencher correctamente esse papel em cima do palco.
Por fim, o último factor que considero muito importante referir, é a capacidade técnica do DJ como músico, ou seja, a capacidade de adicionar elementos e arranjos musicais orgânicos de forma a colorir e melhorar o espectáculo do artista. Isto pode surgir através das suas capacidades de Scratch/Turntablism, ou também, pela sua formação e estudos de música, adicionando instrumentos ou efeitos que complementam as faixas originais.
Outra mais valia que merece ser referida, é a sua capacidade vocal. Esta ferramenta é das mais importantes, pois o facto de conseguir estar “à vontade” para comunicar e entusiasmar o público, ou mesmo para cantar, e duplicar as vozes do cantor (backvocals) é uma técnica que pode causar mais impacto do que o vosso melhor “disco”.
Ao longo da história do Djing podemos encontrar inúmeros exemplos de DJs que não só faziam parte de bandas, como em algumas delas eram consideradas o elemento principal.
Temos o exemplo do pioneiro DJ GrandMixer DXT, que fazia parte da banda do gigante do Jazz / Funk, o Herbie Hancock, como temos bandas internacionais e nacionais de diversos estilos de música com DJs na sua formação, como: Sublime, Incubus, Limp Bizkit, Slipknot, Linkin Park, Beastie Boys, Portishead, Keys n Krates, Da Weasel, Buraka Som Sistema, Boss A.C., Supa Squad, entre outras.
DJ Nokin / Professor do Curso de DJ da AIMEC Portugal

VIA 100% DEEJAY

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PALÁCIO FLOR DA MURTA VAI TER MEGA EVENTO SOBRE EMPREENDORISMO http://www.wearemusic.pt/palacio-flor-da-murta-vai-ter-mega-evento-sobre-empreendedorismo/ Wed, 18 Sep 2019 11:49:09 +0000 http://www.wearemusic.pt/?p=2152 Palácio Flor Da Murta para além das talks programadas, recebe concertos e muitas atividades. As inscrições já estão abertas e são gratuitas.

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Palácio Flor da Murta vai ter mega evento sobre empreendedorismo

Além das talks programadas, vai haver concertos e muitas atividades. As inscrições já estão abertas.

Nos dias 19, 20, 26 e 27 de setembro, o Palácio da Flor da Murta vai transformar-se num espaço de conversa e troca de ideias sobre empreendedorismo. O evento conta ainda com concertos, food court e muito mais. Para participar, só tem de se inscrever.

O objetivo do “Fins de Tarde no Palácio da Flor da Murta” é criar momentos produtivos, num ambiente descontraído. Para isso, o evento conta com Clube de Empreendedorismo The Brave Generation que convida todos os estudantes, das 15 às 17 horas, a participarem nesta iniciativa.

O espaço em Caxias, junto ao Museu do Automóvel, contará com a presença de várias empresas que trabalham no PALACEO e irão demonstrar os seus produtos e serviços, receber CVs e esclarecer dúvidas

O evento, que acontece até às 22 horas, inclui concertos, Speed Networking e ainda os talks com convidados da indústria. O acesso ao evento será gratuito e aberto a toda a comunidade empresarial e residente no concelho de Oeiras, mas limitado à capacidade da sala. Por isso, o melhor é garantir a presença através de uma inscrição para o email marianagomes@newsheet.pt.

VIA NEW iN OEIRAS

Programação 19 e 20 de Setembro 

Fins de Tarde do Palácio Flor da Murta Programação 19 e 20 de Setembro

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BRASS WIRES ORCHESTRA AO VIVO NA CASA DA CRIATIVIDADE, EM S. JOÃO DA MADEIRA, NO DIA 6 DE JULHO http://www.wearemusic.pt/brass-wires-orchestra-ao-vivo-na-casa-da-criatividade-em-s-joao-da-madeira-no-dia-6-de-julho/ Fri, 16 Nov 2018 14:45:08 +0000 http://www.wearemusic.pt/?p=1593 Os Brass Wires Orchestra estão de regresso aos palcos e desta vez a estrada vai levá-los até S. João da Madeira, onde vão actuar na Casa da Criatividade no próximo dia 6 de Julho. Na bagagem levam “Icarus”, o album que viu a luz do dia em finais de 2017, mas também irão passar por […]

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Os Brass Wires Orchestra estão de regresso aos palcos e desta vez a estrada vai levá-los até S. João da Madeira, onde vão actuar na Casa da Criatividade no próximo dia 6 de Julho. Na bagagem levam “Icarus”, o album que viu a luz do dia em finais de 2017, mas também irão passar por outros momentos da sua carreira.

Relembre-se que a banda liderada por Miguel da Bernarda já abriu o concerto dos Bon Jovi e já passou pelos festivais de Paredes de Coura, Nos Alive, Mexefest ou pelo Hard Rock Rising em Londres

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